Por mim próprio, tenho que perdoar-te

E o fim de tudo é o facto de eu ter que perdoar-te. Tenho que fazê-lo. Não escrevo esta carta para pôr amargura no teu coração, mas para a tirar do meu. Por mim próprio, tenho que perdoar-te. Não podemos manter constantemente uma víbora no peito, para nos alimentar, nem levantar-nos de noite para semear espinhos no jardim da alma. Não me será difícil fazê-lo, se me ajudares um pouco.
(Oscar Wilde, in De Profundis)

Zangar-se com a pessoa adequada

Qualquer um pode zangar-se, pois isso é muito simples. Mas zangar-se com a pessoa adequada, no grau exacto, no momento oportuno, com o propósito justo e de modo correcto, isso, não é tão fácil como isso.
(Aristóteles – Ética a Nicómaco)

Quando não conseguimos encontrar tranquilidade

Quando não conseguimos encontrar tranquilidade dentro de nós mesmos, de nada serve procurá-la noutro lugar.
(Autor desconhecido)

Porque te zangas?

Serenidade. – Por que te zangas, se zangando-te ofendes a Deus, incomodas os outros, passas tu mesmo um mau bocado… e por fim tens de te acalmar?
(Josemaria Escrivá)

Só posso fazer uma coisa de cada vez

Só posso fazer uma coisa de cada vez, mas posso evitar fazer muitas coisas ao mesmo tempo.
(Ashleigh Brilliant)

Espera pelo dia seguinte

Não repreendas quando sentes a indignação pela falta cometida. – Espera pelo dia seguinte, ou mais tempo ainda. – E depois, tranquilo e com a intenção purificada, não deixes de repreender. – Conseguirás mais com uma palavra afectuosa, do que ralhando três horas. – Modera o teu génio.
(Josemaria Escrivá)

Se um coração é grande

Se um coração é grande, nenhuma ingratidão o fecha, nenhuma indiferença o cansa.
(Leon Tolstoi)

Concedei-nos, Senhor, Serenidade

Concedei-nos, Senhor, Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, Coragem para modificar aquelas que podemos e Sabedoria para distinguirmos umas das outras.
(Autor desconhecido)