Ganhamos a confiança
Geralmente ganhamos a confiança daqueles em quem pomos a nossa.
(Tito Lívio)
Conviver, viver com os outros em sociedade: uma colecção de frases, citações, mensagens e pensamentos. Não vivemos isolados. No convívio com as outras pessoas aprendemos, sofremos, amamos. Construímo-nos e construímo-los. As nossas virtudes crescem ao lidar com outros.
Geralmente ganhamos a confiança daqueles em quem pomos a nossa.
(Tito Lívio)
Os homens vivem perto uns dos outros, mas são sós. É uma estranha vizinhança. Como já não amam, tentam prolongar a união – talvez por hábito, talvez por medo, talvez por interesses – sem aquilo que tinha sido a causa da união. Mas o convívio motivado por motivos desse género não pode subsistir. Não tem consistência nem alma. Não consegue passar de aparência de convívio.
(Paulo Geraldo)
Pessoa aborrecida é aquela que nos priva da nossa solidão sem nos fazer companhia.
(Autor desconhecido)
Houve, no entanto, algo de que não nos lembrámos ao longo deste desenfreado caminho: é que ao coisificarmos outros seres humanos, nos coisificamos a nós mesmos. Se virmos os outros como coisas, se deixarmos que essa mentalidade sedimente, nada impedirá que os outros nos vejam a nós… como coisas. Pois somos tão humanos, e não mais, do que esses embriões, do que esses idosos, do que esses doentes.
(Paulo Geraldo)
Estamos todos num mesmo barco, em mar tempestuoso, e devemos uns aos outros uma terrível lealdade.
(G.K.Chesterton)
Tínhamos eliminado a escravatura. Quase não havia pena de morte. Tínhamos construído hospitais e lares. Estávamos a elevar-nos. Mas, em poucas dezenas de anos, mergulhámos de tal modo que batemos com estrondo no fundo mais sombrio. Depois do aborto, nada será de espantar. Se continuarmos assim, um dia aceitaremos a pedofilia – dando-lhe outro nome, evidentemente, como quando chamámos ao maior dos crimes “interrupção voluntária da gravidez”.
Depois do aborto, por termos destruído os únicos alicerces em que se pode fundamentar a sociedade – o respeito incondicional e admirado pela vida humana – não é de espantar que todo o edifício social se desmorone.
(Paulo Geraldo)