Creio que não compreendemos os desejos de Deus mais do que as crianças compreendem os nossos. Os meus filhos confiavam-se a mim, no sentido da própria existência, certos do meu amor e, por essa razão, prontos a acreditar que eu saberia melhor do que ninguém o que era bom para eles. Penso que assim devemos encarar a questão divina – apenas crer que Deus existe e olha por nós.

(Pearl Buck, in O Exílio, fala de Carie)