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Outrora, o homem tinha o seu pequeno reino – talvez pobre – onde era senhor. Crescia por dentro, dono de ser quem era, domando uma terra que lhe resistia, amparando-se em quem tinha ao lado, forjando laços, acariciando cordeiros e oliveiras, ouvindo Deus no vento, aquecendo-se ao fogo do lar.
E fazia canções e danças. E eram cheios de sentido as festas e os Domingos e as palavras.
O homem não é agora de lugar nenhum. Não tem ligação à terra. Não vive com os outros. Cria e quebra laços com a facilidade resultante de esses laços não terem chegado a ser exactamente laços, por lhes faltar conteúdo. É superficial em tudo. Corre…
(Paulo Geraldo)