É muito fácil aproveitar-se da extrema debilidade – física e emocional – de um doente terminal. Até para o convencer das presumíveis vantagens de uma “morte doce”. Muito mais fácil do que proporcionar-lhe todo o apoio e carinho de que necessita para levar a vida até ao fim – sem desistir – e morrer com verdadeira dignidade.
(Paulo Geraldo)