Antes do matrimónio, pode existir a realidade do apaixonamento e a intenção de entregar-se. Contudo, não existe a realidade do amor e da entrega livremente assumidos para sempre. Por isso, “fazer amor” é verdade e portanto bom, mas só depois do casamento, que não se fundamenta na celebração externa mas sim no acto da vontade dos que se entregaram para sempre.
(M. Santamaría Garai)