Humildade
Não queiras ser como aquele catavento dourado do grande edificio; por muito que brilhe e por mais alto que esteja, não conta para a solidez da obra. – Oxalá sejas sempre como um velho silhar oculto nos alicerces, debaixo da terra, onde ninguém te veja; por ti não desabará a casa.
(Josemaria Escrivá)
É pena que a natureza fizesse de ti um só indivíduo. Porque havia matéria para um homem digno e para um patife.
(Goethe)
O primeiro dever da inteligência é desconfiar dela mesma.
(Einstein)
Necessitamos de um grande conhecimento só para nos apercebermos da enormidade da nossa ignorância.
(Thomas Sowell)
Aprende a ignorar se queres chegar a saber.
(Santo Agostinho)
O reconhecimento da própria ignorância é a primeira prova de inteligência.
(Santo Agostinho)
Sede humildes! Sempre que estiverdes convencidos de que tendes toda a razão, é porque não tendes nenhuma.
(Josemaria Escrivá)
Se te desculpas, Deus acusa-te; se te acusas, Deus desculpa-te.
(Santo Agostinho)
E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.
(Paulo Geraldo)
Tu… soberba? – De quê? Soberba? – Porquê?… Dentro de pouco – anos, dias – serás um monte de podridão hedionda: vermes, humores mal cheirosos, trapos sujos da mortalha…, e ninguém na Terra se lembrará de ti.
(Josemaria Escrivá)