Não caias nessa doença do carácter que tem por sintomas a falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o atordoamento,…: a frivolidade, numa palavra. Essa frivolidade, que – não o esqueças – torna os teus planos de cada dia tão vazios (“tão cheios de vazio”), que se não reages a tempo – não amanhã; agora! – fará da tua vida um boneco morto e inútil.
(Josemaria Escrivá)